segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Jornalistas atacados com gás lacrimogénio na Turquia


A polícia Turca disparou duas latas de gás lacrimogénio contra jornalistas britânicos da estação BBC. A equipa estava a cobrir a manifestação dos Curdos que protestavam contra a passividade do governo Turco perante a invasão do Estado Islâmico à cidade de Kobani, na Síria.

A manifestação depressa foi dispersa com gás lacrimogéneo para garantir a segurança das pessoas após um rocket ter destruído uma casa do lado da fronteira Turca.

Um polícia a dispara gás lacrimogénio contra os manifestantes. Fonte: Dailymail

Foi durante esse momento que elementos da polícia turca se viraram para os repórteres no local. Momentos após finalizarem a sua peça a equipa da BBC foi recebida com uma lata de gás lacrimogéneo. Já dentro da sua carrinha a equipa voltou a ser atacada com outra lata, desta vez para dentro da carrinha que seguiam, levando à evacuação imediata da mesma.

A carrinha ficou com o vidro traseiro partido e ardeu parcialmente, mas os repórteres não sofreram quaisquer ferimentos.

O momento foi registado pela equipa.



Fontes: BBC, Euronews, Dailymail

João Mendonça  

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Apple fracassa com os novos lançamentos


Setembro foi um mês de azar para a empresa americana Apple. O lançamento dos novos modelos do iPhone, nomeadamente o iPhone 6 e o iPhone 6 plus, lançados no dia 9 de Setembro repercutiu de forma inesperada. O sistema operativo IOS 8 lançado no dia 17 também se mostrou incapaz de responder às exigências dos seus utilizadores.

As queixas dos utilizadores referentes aos novos modelos do iPhone focam-se no facto dos mesmos dobrarem quando postos no bolso ou se for aplicada força. Isto deve-se à espessura de 6,9 milímetros, que os torna demasiado sensíveis ao dia a dia do individuo comum.

Oito dias depois do lançamento dos novos iPhones a empresa americana lançou a atualização do sistema operativo IOS para a versão 8.01 que, tal como o aparelho, demonstrou falhas graves de funcionamento. Os principais problemas são descritos como a impossibilidade de fazer chamadas ou enviar SMS. Por esta razão a actualização do sistema operativo esteve disponível online apenas durante algumas horas, e após inúmeras queixas o software foi retirado da internet.

Em comunicado, a empresa de Tim Cook pediu desculpa pelo sucedido e prometeu uma reparação rárida dos problemas: "Pedimos desculpa pelo grande inconveniente causado aos utilizadores e estamos a trabalhar rapidamente para preparar o iOS 8.0.2 com uma correção para o problema, e vamos divulgá-lo assim que esteja pronto nos próximos dias".

Giulia Muller e Ricardo Leirião

BuzzStreets: a app para fugir ao trânsito


Os condutores das duas grandes cidades portuguesas, Lisboa e Porto, vêem agora a possibilidade de escapar ao trânsito com a nova app lançada por uma start-up portuguesa. BuzzStreets é uma aplicação móvel gratuita para Android que permite aos seus utilizadores reduzir o tempo nas suas deslocações.

BuzzStreets foi lançada no passado dia 24 de Setembro e funciona como um GPS de fuga ao trânsito em tempo real, oferecendo aos seus utilizadores informações sobre todas as perturbações na circulação de viaturas bem como as rotas alternativas e menos congestionadas.

João Marques Fernandes, CEO (director executivo) e ilustrador desta ideia, explicou que «ao contrário de outras aplicações de trânsito, a BuzzStreets não informa apenas acerca dos locais onde a confluência de viaturas provoca atrasos no trânsito, mas também sobre as ocorrências que estão na sua origem e como evitá-las».

Por agora, a aplicação opera apenas com informação relativa às cidades de Lisboa e Porto, que funcionarão como «mercados de teste» para a internacionalização da BuzzStreets. Esta aplicação encontra-se disponível para download no site da BuzzStreets, para sistema Android, e em breve estará na Apple Store em versão IOS. 

Ana Colecas e Catarina Roque

China bloqueia Instagram devido aos protestos em Hong Kong


http://www.independent.ie/world-news/asia-pacific/police-fire-tear-gas-at-protesters-in-hong-kong-riots-30623215.html
Manifestante rodeado de gás lacrimogénio desafia a polícia
O serviço de partilha de fotos e vídeos do Facebook faz desde ontem parte da longa lista de sites bloqueados pelo governo Chinês, juntando-se assim ao próprio Facebook. Esta medida foi aplicada para cortar a propagação de imagens dos protestos que estão a decorrer em frente dos edifícios do governo de Hong Kong.

Designada de "Revolução dos chapéus de chuva", a população de Hong kong tem vindo a protestar desde o início do mês contra a nova legislação que apenas permite que os candidatos escolhidos pelo governo Chinês possam concorrer às eleições de Hong Kong.

Gás pimenta e lacrimogénio foram usados nos últimos dias pela polícia para dispersar os manifestantes, o que acabou por alimentar mais o desagrado, mas desta vez nas redes sociais. Weibo, o Twitter chinês, já censurava certas palavras que faziam referência aos protestos. 

Desde que comecou a operar o projecto, a China já bloqueou quase 3 mil sites, incluindo o Google e o Youtube. Este bloqueio apenas afecta a região continental da China, não afectando Hong Kong nem Macau.

Fonte: Globo

João Mendonça

domingo, 14 de setembro de 2014

Bem vindos ao ano letivo 2014/15!



Receção aos alunos e professores de Comunicação e Jornalismo
Abertura do ano letivo 2014/15
17 de setembro
Sala S.0.9 

Programa

15.00 Receção aos alunos e professores da Licenciatura em Comunicação e Jornalismo
          Apresentação das plataformas de comunicação do Curso 

15.30 Visionamento das melhores reportagens de Jornalismo Televisivo dos alunos do 3º ano, realizadas no ano letivo 2013/14 

16.00 À conversa com Tomás Tim-Tim, jornalista licenciado em Comunicação e Jornalismo 

16.30 Visionamento da reportagem “Ser Igual na Diferença” de Tomás Tim-Tim 

17.00 Encerramento

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Em nome da inclusão



Lusófona e Pais-em-Rede uniram-se para dar corpo a um sonho: construir uma narrativa mediática que trabalhe a deficiência de forma inclusiva. E assim nasceu “Ser igual na diferença”, uma grande reportagem apresentada ao público a 9 de maio.

A Universidade Lusófona aceitou o desafio da associação Pais-em-Rede e realizou a reportagem "Ser igual na diferença", enquadrada na Operação 7 Dias com os Media. "O trabalho foi apresentado a 9 de maio, Dia da Europa, acolhido pela XVI Semana Internacional do Audiovisual e Multimédia. O visionamento da grande reportagem de 17 minutos foi acompanhado da conferência em tom de conversa "Questionar a representação mediática da inclusão". Os responsáveis pelo projeto – Tomás Tim-Tim, autor da reportagem, Carla Rodrigues Cardoso, da Lusófona, Luísa Beltrão e Isabel Correia, da Pais-em-Rede, explicaram como foi possível transformar um sonho num objeto concreto.
Afinal, que histórias contam os média sobre as pessoas com deficiência, universo que representa quase dez por cento da população? Quantas vezes elas surgem numa reportagem televisiva, nas páginas de um jornal ou num outdoor? É raro. Tão raro, que é fácil esquecer cerca de um milhão de cidadãos portugueses. E quando estas pessoas surgem, são “enquadradas na deficiência”, “inseridas num gueto”, denuncia Isabel Correia.

Cidadãos de pleno direito
O que se pretende com "Ser igual na diferença" é fugir ao que Carla Rodrigues Cardoso apelidou de “registo do extraordinário”, que pauta os meios de comunicação social quando abordam o tema deficiência. A aposta reduz-se a dois tipos de narrativas: “de desgraça ou de superação”, considera a coordenadora da Redação do LOC, o portal de conteúdos da universidade, que realizou o projeto. O trabalho da Lusófona/Pais-em-Rede mostra as pessoas com deficiência no seu papel de cidadãos de pleno direito, iguais a todos os outros.
Luísa Beltrão mostrou-se muito satisfeita com o resultado final, acreditando que “foi dado um passo importante”, para alterar a abordagem dos média ao universo da deficiência. O terror, que Tomás Tim-Tim, licenciado em Comunicação e Jornalismo e colaborador regular do LOC, confessou ter sentido no início do projeto – pelo desconhecimento total que tinha da temática a trabalhar, mas consciência da sua delicadeza, deu lugar a um largo sorriso de “missão cumprida”. Um equipa visivelmente satisfeita com uma reportagem pensada e concretizada em menos de dois meses.
Da equipa de imagem e edição de "Ser igual na diferença" fazem parte os professores da Lusófona Luís Santos e João Antero, o realizador da peça. Participaram também Bruno Mangas (repórter de imagem) e Jorge Pereira (edição), alunos finalistas do 1º Ciclo em Cinema, Vídeo e Comunicação Multimédia.

sábado, 10 de maio de 2014

To bike or not to bike?

Daniel Morgado, finalista de Comunicação e Jornalismo, foi um dos selecionados para o programa Erasmus IP. O curso intensivo de produção Televisiva teve lugar de 31 de março a 11 de abril, na Universidade de Torino, em Itália. No final das duas semanas, Daniel Morgado, inserido numa equipa de trabalho, realizou a reportagem "To bike or not to bike", sobre os esforços para aumentar a utilização da bicicleta na cidade de Torino. Para além do Daniel, outros alunos e professores da Lusófona estiveram envolvidos neste curso, que resulta de uma parceria internacional entre várias universidades.

Veja "To bike or not to bike" aqui e as outras reportagens aqui.