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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Série sobre David Bowie estreia amanhã no Instagram



 
O canal InstaMiniSeries do Instagram estreia amanhã uma nova produção com o título “Unbound” inspirada no último álbum de David Bowie, “Blackstar”. Famoso pelo seu estilo e género musical, o cantor britânico tinha feito um acordo com a InstaMiniSeries sobre a utilização da sua música, arte e técnicas visuais na mini-série de 16 episódios. Este trabalho leva os espectadores numa viagem através do melhor da música de Bowie e do imaginário mundo de cenários daquele que ficou conhecido como o “Camaleão do Rock”.



Fonte

Augusto Simes


sábado, 17 de outubro de 2015

Em busca das novas palavras dos média






'Snapchat', 'hastag', 'googlar', 'blogar' ou 'instagramar' são alguns dos conceitos abordados no Novo Dicionário da Comunicação, lançado a 15 de outubro. A obra conta com a participação de 14 especialistas, coordenados por Pedro Correia, antigo jornalista do Diário de Notícias. Um instrumento útil para estudantes e profissionais dos média, que não esquece os termos mais tradicionais como 'rádio', 'televisão' ou 'jingle'. O novo dicionário é o primeiro livro da biblioteca do News Museum, que abre portas a 3 de março de 2016, em Sintra. 


Fonte da notícia: aqui
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terça-feira, 30 de setembro de 2014

China bloqueia Instagram devido aos protestos em Hong Kong


http://www.independent.ie/world-news/asia-pacific/police-fire-tear-gas-at-protesters-in-hong-kong-riots-30623215.html
Manifestante rodeado de gás lacrimogénio desafia a polícia
O serviço de partilha de fotos e vídeos do Facebook faz desde ontem parte da longa lista de sites bloqueados pelo governo Chinês, juntando-se assim ao próprio Facebook. Esta medida foi aplicada para cortar a propagação de imagens dos protestos que estão a decorrer em frente dos edifícios do governo de Hong Kong.

Designada de "Revolução dos chapéus de chuva", a população de Hong kong tem vindo a protestar desde o início do mês contra a nova legislação que apenas permite que os candidatos escolhidos pelo governo Chinês possam concorrer às eleições de Hong Kong.

Gás pimenta e lacrimogénio foram usados nos últimos dias pela polícia para dispersar os manifestantes, o que acabou por alimentar mais o desagrado, mas desta vez nas redes sociais. Weibo, o Twitter chinês, já censurava certas palavras que faziam referência aos protestos. 

Desde que comecou a operar o projecto, a China já bloqueou quase 3 mil sites, incluindo o Google e o Youtube. Este bloqueio apenas afecta a região continental da China, não afectando Hong Kong nem Macau.

Fonte: Globo

João Mendonça