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| Manifestante rodeado de gás lacrimogénio desafia a polícia |
O serviço de partilha de fotos e vídeos do Facebook faz desde ontem parte da longa lista de sites bloqueados pelo governo Chinês, juntando-se assim ao próprio Facebook. Esta medida foi aplicada para cortar a propagação de imagens dos protestos que estão a decorrer em frente dos edifícios do governo de Hong Kong.
Designada de "Revolução dos chapéus de chuva", a população de Hong kong tem vindo a protestar desde o início do mês contra a nova legislação que apenas permite que os candidatos escolhidos pelo governo Chinês possam concorrer às eleições de Hong Kong.
Gás pimenta e lacrimogénio foram usados nos últimos dias pela polícia para dispersar os manifestantes, o que acabou por alimentar mais o desagrado, mas desta vez nas redes sociais.
Weibo, o Twitter chinês, já censurava certas palavras que faziam referência aos protestos.
Desde que comecou a operar o projecto, a China já bloqueou quase 3 mil sites, incluindo o Google e o Youtube. Este bloqueio apenas afecta a região continental da China, não afectando Hong Kong nem Macau.
Fonte:
Globo
João Mendonça