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segunda-feira, 5 de outubro de 2015

El Estado Islámico explota el Arco del Triunfo de Palmira


Arco del Triunfo en PalmiraSiria /  Telecinco

Militantes del grupo terrorista utilizaron dinamita para volar por los aires el Arco del Triunfo, una pieza arqueológica de un gran valor cultural. El conjunto arquitectónico de la antigua ciudad de Palmira, datado de la época romana, va camino de su total destrucción tras la conquista por parte del grupo yihadista.

Según informa la agencia Reuters, responsables de la Administración de Antigüedades en Siria confirmaron la destrucción del arco el pasado domingo. En una conversación para Efe, el director de la administración reflejaba que: "Esto es una batalla cultural no política, necesitamos la ayuda de la comunidad internacional".

La ciudad de Palmira fue conquistada a principios de mayo y ya ha sufrido otro tipo de demoliciones en diferentes edificios al considerarse 'paganos'. La destrucción de dos templos considerados Patrimonio de la Humanidad por la UNESCO supuso una enorme bofetada para los sirios. Más allá de la desolación humana que arrastra el ISIS, Palmira representaba 'la época dorada', el esplendor de una antigua civilización que bien dista con la de la actualidad.

                   Sepa más sobre: ISIS                    Vídeo destrucción templo: El Mundo



By: Juan Fernández


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Jornalistas agredidos e rádios desactivadas na Somália


Foto: Rádio Shabelle
Agentes de segurança somalis invadiram e desactivaram 2 estações de rádio e agrediram e detiveram jornalistas a fim de confiscar todos os seus equipamentos, disse o Sindicato que representa a classe do país.

A Reuters adianta que a União Nacional de Jornalistas Somalis suspeita que a operação esteja ligada a notícias transmitidas pela Radio Shabelle e pela SkyFM que acusam o governo de corrupção. As duas estações de rádio dividiam o mesmo prédio, assim como o mesmo também servia de residência para os jornalistas. A polícia está a seguir uma ordem de despejo após a rede não abandonar o prédio que pertence ao governo.

A Reuters acrescentou ainda que durante o ataque à Radio Shabelle a emissão estava no ar e, por isso, o ataque foi transmitido em directo. Ouviam-se os espancamentos e o barulho dentro do estúdio até que a polícia violentamente desactivou os servidores e o equipamento de radio transmissão antes de desligar os geradores, interrompendo assim a transmissão.

Desde o começo da guerra, no inicio da década de 1990, que os jornalistas têm sido vitimas. O maior número de fatalidades a jornalistas no país registou-se com 18 mortos, de acordo com o sindicato.

Alícia Maravilha

terça-feira, 19 de março de 2013

Editor da Reuters acusado de ajudar hackers


 
Matthew Keys, editor-adjunto de media sociais da Reuters  foi indiciado pela justiça californiana por alegada  conspiração contra o grupo Tribune Company. O jornalista de 26 anos é acusado de ajudar o grupo hacker Anonymous a aceder e modificar o site do Los Angeles Times. Keys terá usado uma sala de chat para passar informações aos hackers que  acederam a pelo menos uma peça do Los Angeles Times e alteraram-na.  Se for considerado culpado, arrisca dez anos de prisão e uma multa de 250 mil dólares por cada caso comprovado de alterações.  
Fontes:
Yeda Aleixo

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Correspondente do New York Times na China expulso do país


O repórter do New York Times (NYT) Chris Buckley foi forçado a sair da China depois das autoridades do país terem recusado o prolongamento do seu visto de jornalista para 2013. A decisão de Pequim surge depois da publicação, em Outubro do ano passado, de uma reportagem do NYT que denunciava o aumento da fortuna pessoal do Primeiro Ministro Wen Jiabao. Buckley era correspondente do NYT na China desde Setembro, depois de ter trabalhado no país para a Agência Reuters durante 12 anos.

 (Foto: Cancan Chu, Getty Images)
A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) defende que a decisão do Governo Chinês "ameaça o bom funcionamento dos correspondentes estrangeiros" no país e acusou o executivo de Wen Jiabao de tentar "pressionar os órgãos de informação na China para se censurarem a si próprios e se inibirem de cobrir assuntos embaraçosos e sensíveis". A RSF instou ainda as autoridades chinesas a emitir um novo visto a Buckley para que este "possa continuar o seu trabalho sem medo da possibilidade de ser barrado da China".

A expulsão de Buckley do país surge apenas dois meses depois do Governo Chinês ter bloqueado o acesso aos sites do NYT no país em inglês e em chinês. A porta-voz do Times Eileen Murphy manifestou "esperança que o acesso ao jornalismo do NYT na China possa ser retomado brevemente", mas reafirmou a intenção do jornal de "aplicar os mesmos padrões jornalísticos" em todas as plataformas da publicação.

O caso de Buckley veio juntar-se, apenas um ano depois, ao da jornalista americana da Al Jazeera Melissa Chan, que tinha sido expulsa do país depois lhe ser negada a extensão do visto de jornalista sem que Pequim tenha justificado a decisão.

Hugo Dinis e João Paulo Teixeira.