domingo, 5 de janeiro de 2014

Jornalistas espanhóis raptados na Síria


Javier Espinosa, jornalista do El Mundo, e o fotógrafo Ricardo Garcia Vilanova, foram raptados no passado dia 16 de Setembro, pelo estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) na Síria. Segundo o El Mundo, o rapto aconteceu na província de Raqqa, junto à fronteira com a Turquia e até ao momento não se sabe o seu paradeiro.

Ambos os jornalistas acompanhavam um grupo de rebeldes, que combate o regime de Bashar al-Assad, e desta forma realizavam uma reportagem sobre o impacto da guerra sobre o povo sírio e a crise humanitário que este atravessa. Em comunicado o jornal, El Mundo revelou que apesar das dificuldades, os repórteres "estavam determinados a contar a história do povo sírio e da crise humanitária que este enfrenta".

Segundo a organização Repórteres Sem Fronteiras, cerca de 27 jornalistas perderam a vida na Síria e mais de 60 estão desaparecidos ou reféns, sendo que muitas famílias optam por não comunicar o desaparecimento de forma a não mediatizar a situação.

Fontes: Publico, Dn, TVI24, RR
Imagem: Euronews

Jornalista da SIC premiado em Itália


O jornalista recebeu o prémio em nome da equipa.

Joaquim Franco, jornalista da SIC, foi premiado em Itália com o segundo lugar no prémio "Giuseppe De Carli".

A Grande Reportagem SIC apresentada pelo repórter chama-se "Arquivo Secreto Vaticano", com imagem de Manuel Ferreira e edição de imagem de Ricardo Sant'Ana, e foi emitida dia 2 de Setembro de 2012 e publicada no jornal Expresso.

Num trabalho inédito para a televisão portuguesa, com entrevistas a investigadores e historiadores, portugueses e italianos, a SIC foi autorizada a entrar num dos mais bem guardados arquivos do mundo.

O júri elogiou a reportagem como sendo "construída com rigor científico e jornalístico", permitindo uma "viagem fascinante" ao Arquivo Secreto do Vaticano.

O Prémio destina-se a trabalhos jornalísticos sobre informação religiosa na imprensa escrita, rádio, televisão e digital.

Fontes: Diário de Noticias (Imagem); A Televisão e SIC

Daniel Morgado e Diana Tavares

The best way to read: eBooks or books


Today eBooks are a phenomenon that have been completely absorbed by our society. Over 80% of the people read in digital format. Since 2010 the sale of ebooks and tablets has increased tremendously due to lower prices of these eReader, and consumption is expected to continue to grow.

Electronic books offer many advantages that have helped their success. They are small, handy, easy to carry around, and let you download books for free. Also, manufacturing has a much smaller environmental impact.

However, many experts agree that it's more complicated to read an eBook than to read a printed book. The physical book provides a greater sense of control than the eBook, not only in understanding the text, but also in placing ourselves mentally in it.

Furthermore, a study conducted by the "Pew Research Center" has determined that young people under 30 still prefer reading on paper. In contrast, those who are older opt for digital reading. Something surprising since it is usually young people who adopt technological innovations first.

Other disadvantages of the eReader is the required knowledge for using the technology, however minimal, the battery doesn't always have charger for charging. And most importantly: not all books have been digitized.

For more information:
- Older than 55 years and eBooks
- Youth and children and eBooks

Amanda Rotger Salvá e Ángela Redondo Castellanos

Nuno Matos, João Diogo e Alexandre Afonso, os heróis da Guiné- Bissau


Os 3 jornalistas em uma das muitas fotos que tiraram com o povo guineense
Os jornalistas Nuno Matos, João Diogo e Alexandre Afonso, que fazem parte da equipa da rádio e de desporto da RTP, foram recebidos na semana passada em ambiente de grande euforia na Guiné Bissau. Os três profissionais portugueses viajaram para este país a convite de um empresário de futebol local.

Quarta- Feira, no espaço juvenil Lenox, Nuno Matos e Alexandre Afonso, a pedido das cerca de mil pessoas presentes no local improvisaram o relato de um jogo com um jornalista guineense. Os dois locutores tiraram várias fotografias aos jovens guineenses durante a visita ao espaço para ficar como recordação.

Já na Quinta-Feira, em Mansoa, os jornalistas portugueses foram homenageados e surpreendidos. As suas próprias vozes do relato do jogo Suécia- Portugal foram ouvidas, num sistema de som que foi montado no estádio Corca Sow. Cada vez que se ouvia o relato dos três golos de Cristiano Ronaldo nesse jogo, os locutores eram aplaudidos de forma intensa, em particular Nuno Matos, que como se sabe foi a voz principal nos relatos dos golos, relatos esses que inclusive foram falados e vistos no mundo inteiro.

Os jornalistas regressaram ainda Quinta-Feira a Portugal, trazendo grandes recordações e momentos que nunca esquecerão. Nuno Matos afirma que trouxe a Guiné- Bissau no coração e que vai falar do povo de este país nos seus relatos, que o mesmo o surpreendeu com a paixão que tem pelo futebol. Também João Diogo reagiu a esta demonstração de carinho por parte dos guineenses de forma emocionada, afirmando também ele que trouxe a Guiné- Bissau no coração e que estas recepções em outros países deixam-no muito orgulhoso e demonstram que o trabalho que realiza é bem feito.

Fonte da imagem: Link

André Pacheco e Tiago Bolegas

World Press Photo altera regras para as próximas edições


Foto vencedora do World Press Photo 2012
A organização World Press Photo decidiu alterar as regras das próximas edições do concurso. Esta decisão foi tomada com base nas acusações de “retoques excessivos” de que foi alvo a fotografia vencedora deste ano.

De acordo com o British Journal of Photography, a World Press Photo não está disposta a correr riscos no que toca à edição das fotografias deste ano. A fotografia de Paul Hansen que ganhou o prémio no ano passado, causou sérios problemas à organização, forçando-a a abrir um inquérito conduzido por especialistas forenses.

O inquérito acabou por considerar a fotografia legitima e não uma montagem. No entanto, os especialistas forenses chegaram á conclusão que a fotografia de Hansen foi muito “retocada”. Esta conclusão, em conjunto com as acusações feitas às fotografias vencedoras de parecerem “posters de filmes”, convenceu a organização a implementar algumas alterações às regras para o próximo ano, confirmou Michiel Munneke, diretor do World Press Photo.

“Nós avaliamos as regras e protocolos do concurso e tentámos fazer alterações de modo a criar mais transparência”, disse Munneke em comunicado. “Iremos anunciar mais detalhes quando as candidaturas ao concurso do próximo ano abrirem”, acrescentou. Segundo Munneke, o mais importante é que a organização “consiga confiar na integridade e no profissionalismo dos fotógrafos participantes.”

Imagem: Fonte

André Moleiro e Mafalda Martins

Should journalists work for free?


Should journalists work without being paid? It's an issue that's been touched on many times before, but that's still relevant today when many interns and aspiring journalists are willing to offer free labor (or feel like they must) just to get a foot in the door.

The BBC College of Production recently organized a Twitter chat around the topic, with BBC Academy's Simon Wright taking questions about the pros and cons of working to get a leg up in an increasingly competitive industry.

"Having a place where you can build experience and be supported is really important. Otherwise it will be a waste of your good will and enthusiasm, and your employer’s time," Wright tweeted. "Above all it’s a learning activity – you shouldn't be there to fill a ‘real’ job role on the cheap."

Wright's cautionary advice rings true when many interns and volunteers have to choose for themselves where to draw the line between gaining a valuable experience and allowing news outlets to take advantage of them.

Sources: Journalism.co.uk, Twitter, BBC

Stanislava Antova and Lea Kaplja

Sasa Vucinic: Why we should invest in a free press


A free press - papers, magazines, radio, TV, blogs - is the backbone of any true democracy (and a vital watchdog on business). Sasa Vucinic, a journalist from Belgrade, talks at a TED conference about his new fund, which supports media by selling "free press bonds."



Sasa Vucinic's Media Development Loan Fund applies venture-capital principles to create a sustainable free press in developing nations and countries emerging from repressive regimes.

Sources: TED, Changing the Present

Stanislava Antova