O Governo pretende reduzir em 5% o número de vagas nos acessos às universidades e institutos politécnicos em Lisboa e no Porto nos próximos dois anos. Todos os cursos devem sofrer um corte nas vagas à exceção dos cursos de Medicina, Tecnologias da Informação e Física que não serão abrangidos por esta norma. O objetivo principal desta medida é “estimular que os mais jovens, nomeadamente na formação superior inicial, entre os 18 e os 21 anos, conheçam, trabalhem e estudem noutras áreas do país”, declara o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
Mostrar mensagens com a etiqueta Universidade do Porto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Universidade do Porto. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
Governo limita acesso ao Ensino Superior em Lisboa e no Porto
O Governo pretende reduzir em 5% o número de vagas nos acessos às universidades e institutos politécnicos em Lisboa e no Porto nos próximos dois anos. Todos os cursos devem sofrer um corte nas vagas à exceção dos cursos de Medicina, Tecnologias da Informação e Física que não serão abrangidos por esta norma. O objetivo principal desta medida é “estimular que os mais jovens, nomeadamente na formação superior inicial, entre os 18 e os 21 anos, conheçam, trabalhem e estudem noutras áreas do país”, declara o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
Etiquetas:
Ensino Superior,
Governo,
Universidade de Lisboa,
Universidade do Porto
sábado, 13 de outubro de 2012
Jornais portuenses em livro
![]() |
| Lançado a 10 de Outubro, a obra já está disponível para compra |
Lançado a 10 de Outubro, o livro corresponde a dois capítulos da tese de doutoramento da Professora Universitária baseada numa investigação que pretende analisar as modificações no jornalismo portuense ao longo do último século.
Em entrevista ao Jornalismo Porto Net, Helena Lima revelou que no decorrer da investigação apercebeu-se de que "os jornais conseguiram encontrar uma dinâmica de êxito com as linhas editoriais que constituíram ao longo de um século, aproximaram-se do público, fidelizaram-no.”
Na obra há ainda destaque para o período salazarista e a época da censura e pós-revolução dos cravos. "Com o 25 de Abril, o JN soube regressar ao seu estilo de proximidade com o público através da linguagem popular e da cobertura de temas da região. Pelo contrário, 'O Primeiro de Janeiro' e 'O Comércio do Porto' não souberam lidar com a opressão política e com a ingerência nas questões editoriais", explicou a autora na mesma entrevista.
João Pimenta e Fábio Fernandes
Subscrever:
Mensagens (Atom)
