quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Heather Brooke's battle to expose government corruption


"Our leaders need to be held accountable", says journalist Heather Brooke. And she should know: Brooke uncovered the British Parliamentary financial expenses that led to a major political scandal in 2009. She urges us to ask our leaders questions through platforms like Freedom of Information requests - and to finally get some answers.



Heather Brooke is a freelance journalist, freedom of information campaigner and professor of journalism at City University London. In 2005, she filed one of the very first requests under the UK's Freedom of Information Act, asking to see the expense reports of Members of Parliament. The request was blocked, modified and refiled, and blocked again...but the years-long quest to view expense documents, and the subsequent investigation, led to 2009's parliamentary expenses scandal. The scandal led to the first forced resignation of the Speaker of the House in 300 years.

Sources: TED; HeatherBrooke.org; The Guardian

Stanislava Antova

Five platforms that could jump-start your freelance career


Freelance journalists have traditionally been on their own when it comes to pitching story ideas. But a growing number of new communities and platforms want to help freelancers thrive in the media marketplace.

Here are five that launched in 2013 that are worth checking out in the new year:

1. Storyhunter has an ambitious mission: to help freelance video journalists tell the world’s most important, untold stories. In addition to providing editorial support, Storyhunter handles sales and distribution, to allow journalists to spend their time making videos. The site is open to talented producers, editors, videographers and documentary filmmakers.

2. Assignmint offers a free online workflow system, which aims to streamline freelancers' work process from pitch to payment. On the site, freelance journalists can arrange assignments and contracts, set up editorial calendars and deal with invoices, pitches, contract information and payments.

3. NewsModo is a platform where freelancers worldwide can sell their stories and pick up assignments, and editors can buy written content and multimedia. Separate from the assignment process, freelancers can upload their own content and set their own prices for it.

4. PitchMe is an online one-stop shop where freelancers can pitch stories, negotiate with editors and get paid on time. The whole process—including pitching, sending messages, signing contracts, filing articles and receiving payment— takes place on the platform.

5. Frontline Freelance Register is an independent entity supported by London's Frontline Club Charitable Trust. The register provides community and financial support to reporters who cover conflicts without the backing of news outlets. It is open to all freelance print, photo, digital, radio and video journalists reporting in conflict zones or outside their own countries.

Sources: Journalism.co.ukIJNet

Stanislava Antova

Morrem dois jornalistas no Rali Dakar


Dois jornalistas argentinos que faziam a cobertura da quinta etapa do Dakar, na Argentina, morreram na quinta-feira, quando o veículo em que seguiam caiu numa ravina, declarou à AFP um responsável da revista Super Rally.

"O carro' caiu a 100 metros de um penhasco e os ocupantes do banco da frente morreram instantaneamente. Os outros foram salvos,'' explicou Francisco Delgado da revista Super Rally.

De acordo com Francisco Delgado  “as vitimas mortais são Daniel Eduardo D'Ambrosio, da cidade de Córdoba, e Agustín Ignacio Mina, de Villa Carlos Paz. O argentino Martín Delgado e o fotógrafo peruano Rodrigo de Quesada, que também estavam no veículo, continuam hospitalizados na cidade de Concepción.”

A equipa, estava a cobrir o evento motorizado sem estar acreditada oficialmente junto da organização. Os motivos que levaram ao despiste da camioneta da Nissan será agora investigado pelas autoridades locais.

Fontes: AutoPortal, ESPN, SMH

Neuza Campina Padrão

RTP e Ministério da Educação criam portal Ensina


A RTP e o Ministério da Educação e Ciência anunciaram, em comunicado, a criação e consolidação do portal de ensino "Ensina", que disponibilizará conteúdos pedagógicos, em formato audiovisual, de diversas áreas para pais, alunos e professores. Este portal dará principal destaque a conteúdos que dêem relevância à língua, cultura e ciência em português.

No inicio o portal vai disponibilizar cerca de 800 conteúdos formativos e pedagógicos, abrangendo áreas como Artes, Português, Ciência, Historia, Filosofia, Cidadania, Educação para os media e Espaço infantil. Em comunicado o Ministério que se trata de um site para "divulgação de conteúdos audiovisuais ligados a diversas temáticas da área da educação e vocacionado para alunos, professores, pais e publico em geral". No portal será também possível encontrar, informação relacionada com a RTP, como "Conhecer a RTP" e "RTP nas escolas".

O acordo entre a RTP e o Ministério é válido por 2 anos, tendo ambas as partas responsabilidade repartida neste projecto, sendo que a RTP apoiará o desenvolvimento de televisões e rádios escolares e o Ministério a divulgação do projecto e das suas iniciativas.

Fontes: Publico, Sol, Diario digital
Imagem: erte

Valter Domingos

Jornalista no exílio explica o sistema de censura na Coreia do Norte


O jornalista norte-coreano, que vive na Coreia do Sul, disse que o lider da Coreia do Norte e assessores "transmitem instruções detalhadas sobre os programas a emitir" na televisão estatal KCTV.

Chang Hae-Song
Fonte: Jornal de Negócios
O sistema de propaganda norte-coreano nada deixa ao acaso, os conteúdos "são sujeitos a três filtros de censura: interna, estatal e à posteriori" disse Chang Hae-Song, que durante vinte anos trabalhou no canal KCTV.

Chang Hae-Song disse que "Fui enviado para um campo de trabalho por escrever o nome do lider com erro". Ainda explicou que  Pyongyang transmite conteúdos estrangeiros ignorando quaisquer direitos de autor.

De acordo com a RTP,  os media da Coreia do Norte são todos controlados pelo governo.Sendo que os jornalistas norte-coreanos  têm acesso "à informação sobre o que se passa no estrangeiro, mas têm que a falsear", para poder esconder os progressos económicos em outros países.

Chang Hae-Song colaborou com os serviços secretos e hoje preside ao centro de escritores norte-coreanos no exílio. Acredita que muitos jornalistas norte-coreanos "têm consciência de que a Coreia do Norte já não é socialista, mas uma monarquia feudal."

Mariana Martinho

Padres e jornalistas com licença de porte de arma


Jornalistas aprendem a disparar num campo de tiro nas Filipnas
A nova lei entra em vigor este mês nas Filipinas, permitindo a profissionais que exercem actividades de risco o uso de armas para se protegerem. Médicos, padres, jornalistas e contabilistas filipinos, a partir deste mês, tem a possibilidade de ter licença de uso e porte de arma, numa lei que promete gerar controversia.

Aprovada em 2013, a nova lei vai permitir a profissionais de sectores muito variados (enfermeiros, engenheiros, banqueiros e advogados estão também incluídos) e considerados de risco eminente, o poder de carregarem consigo pequenas armas de fogo enquanto estiverem fora de casa e no trabalho. Para que a licença de uso e porte de arma seja aprovada, os profissionais dos sectores em questão terão de realizar testes psíquicos e de despiste de drogas e provar que não têm qualquer condenação superior a dois anos de prisão.

No que diz respeito aos jornalistas, a introdução desta lei pode até trazer boas notícias. Tendo em conta o índice (de 2002 a 2011) do Comité de Protecção de Jornalistas, as Filipinas são o terceiro país em que pelo menos cinco jornalistas morrem e o Governo falha na captura e acusação dos assassinos. Num país com milhares de armas não registadas, as autoridades filipinas acreditam que esta nova lei poderá trazer alguma regulação às armas.

"Os padres devem ser homens de paz, não de guerra", disse o bispo José Oliveiros, ao jornal da "União Católica Asiática". De acordo com a notícia divulgada pelo Expresso, quando nem todos estão satisfeitos os padres são os maiores críticos, e a sociedade precisa de paz e não de mais violência.

Alícia Maravilha

A new crowdfunding platform for journalists


Contributoria aims to create crowdfunding community for high quality journalists. A new site funded by Guardian Media Group, is an attempt to build an open community that allows journalists to collaborate on and crowdfund high quality journalism.

There have been a number of attempts to bring crowdfunding to journalism over the past several years, including a venture called Spot us or NewAssignment and some high profile journalism projects that have launched on Kickstarter. But while some or all of these have been successful at funding journalism or individual journalists, none have created a vibrant community for writers to collaborate in addition to helping them get paid. This is what they are trying to build with Contributoria.

While the site is geared towards journalists and writers, membership in the community is open to anyone – its free while the site is in beta, although a fee will be involved at some point. Writers submit their proposals and the fee they would like to receive, and then they seek support in much the same way a Kickstarter project does. Although, there are no rewards for different levels of support the way there are with some platforms.

In addition to the funds contributed by members, potential sources of revenue include allowing advertisers or media companies to sponsor a piece of journalism, or to contribute money towards the pool of financing – as well as potential licensing feels for finished pieces. The one thing Contributoria plants to avoid is advertising, because that would make the site less appealing for members.

Emphasis on community and collaboration is one of the things that makes Contributoria different from other attempts at crowdfunding  journalism. Whether Contributoria can become a viable alternative for journalists, remains to be seen.

Lea Kaplja

Sources: IjNet, the Guardian