sábado, 30 de novembro de 2013

Programa da RTP "Herman 2013" terminado


Herman fora da RTP
A RTP decidiu pôr fim, já no fim do ano, ao programa “Herman 2013” apresentado pelo humorista Herman José.

Foi na passada quarta-feira que o apresentador escreveu na sua página do Facebook que iria abandonar o programa que desde há três anos apresentava na RTP.

Segundo o Diário de Notícias, Herman afirmou que “fica a recordação de três anos de puro prazer de televisão”.

Segundo fontes próximas, partiu da direção da RTP a decisão de cancelar o programa. Para 2014 Herman José não tem quaisquer projetos televisivos.

Imagem: atelevisao

Joana Mendes

Portugal tem posto de controlo da NSA

Portugal encontra-se no segundo nível de uma lista de cinco
O site da NRC divulgou uma notícia que revela que a NSA utiliza Portugal para fazer controlo, através de um ponto de espionagem. Através deste ponto, a agência controla a informação e elimina todo o “malware” que possa existir em mais de 20 mil redes informáticas.

Embora não haja hipótese de haver intercepção de comunicações de figuras públicas portuguesas, como já tinha acontecido noutros países com a Angela Merkel e Dilma Rousseff, o controlo pode ser feito a nível “regional”, em que neste caso corresponde ao território europeu.

A informação provém de um slide fornecido por um ex-agente da NSA, Edward Snowden,  e nela contem um mapa onde estão assinalados todos os postos de controlo de operação, divididos por cinco níveis. No caso de Portugal, o posto de controlo e de nível 2, que corresponde ao acesso regional. Embora o posto localizado em terras lusas abranja o território europeu, existe outro semelhante no território espanhol que tem as mesmas funções.

A NRC diz ainda que este programa de controlo de informação integra o projecto “GENIE”, utilizado pela NSA para espiar computadores de governos ou embaixadas

Fonte: PT Jornal, TVI 24, RTP, NRC

Joana Pinto

Nova aplicação de leitura da Google faz frente a Apple e a Amazon


Google Play Quiosque
A partir desta semana os utilizadores de telemóveis e tablets passam a ter a possibilidade de ler revistas e jornais através de uma nova aplicação do Google.

A nova aplicação chama-se Google Play Quiosque, é gratuita e inclui artigos completos de jornais internacionais, como o New York Times, o Financial Times e o Wall Street Journal. É possível ainda aceder a revistas como a Vanity Fair e a Wired. Os media são quem mais ganha com esta nova funcionalidade. O acesso aos artigos passa a ser contabilizado e os mesmos podem ter acesso pré-pago.

Esta nova aplicação faz com que os assuntos mais vistos pelos utilizadores apareçam na selecção inicial. O utilizador após ter consultado cada artigo, fica com os conteúdos guardados no aparelho, para mais tarde poder consultar, mesmo que não tenha acesso à Internet.

A Google dá um passo à frente com esta nova aplicação na competição com a Apple e a Amazon, que já dispunham de aplicações idênticas para a leitura e venda de publicações.

Imagem: Google

Joana Mendes e Ana Batista

The Guardian ganha prémio Voz Independente do Ano


Alan Rushbridger (à esquerda) e Edward Snow
O jornal The Guardian foi galardoado pelo grupo de direitos civis Liberty devido aos seus artigos sobre espionagem por parte do GCHQ e da NSA. O jornal britânico foi nomeado voz independente do ano na gala anual da Liberty em Londres na passada Segunda-feira.

As revelações do The guardian acerca da espionagem das comunicações entre políticos internacionais foram baseadas em documentos tornados públicos pelo ex-funcionario da NSA, Edward Snowden. A atribuição do prémio reconheceu a “coragem necessária para denunciar as injustiças, enquanto outros mantêm o silencio, para tomar uma posição quando ninguém mais tem a coragem para o fazer e para priorizar a verdade acima de tudo o resto.”

O diretor da Liberty, Shami Chakrabarti, disse que “independentemente da posição acerca da vigilância, as pessoas e o seu parlamente têm o direito de a  debater e não pode existir debate acerca do desconhecido”. Chakrabarti acrescentou ainda que “Numa época de mentiras, dizer a verdade parece revolucionário.”

O editor do The guardian, Alan Rusbridger, recebeu o prémio e disse que o que preocupava Edward Snowden era o facto de “estarmos a caminhar para uma sociedade em que uma infraestrutura de vigilância total estava a ser construída sem ninguém se dar conta e sem existir discussão pública”. Rushbridger mostrou-se orgulhoso pelo galardão que distinguiu o jornal pelo contributo no estimulo do debate sobre a vigilância e a espionagem.

Fonte da imagem: Link

André Moleiro e Mafalda Martins

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

SecureDrop: a vault where sources can share information with journalists anonymously

Journalists often rely on anonymous tips to fuel their investigations, but it can be hard to find willing sources, either in person or online. As our digital footprints grow larger and become easier to trace, a new platform is trying to help to keep anonymous sources safe.

SecureDrop is a submission system where whistleblowers can submit documents and tips securely.

Programmer and transparency advocate Aaron Swartz coded the system, with help from Wired editor Kevin Poulsen and security expert James Dolan. Since SecureDrop was one the last projects Swartz worked on before his death in January 2013, some are describing it as his "last gift to journalism."

News organizations can install the system on their websites and tweak the open source software as needed. The Freedom of the Press Foundation, which now manages the project, will also offer cybersecurity training to journalists before they start using the system.

The system lets reporters establish close relationships with their sources, usually an advantageous move when working on high-profile investigations that can take months or years. All sources receive a code name when they submit information, and journalists can converse with their sources on the system without resorting to email, which is less secure. When sources return to the site, they enter a code to recieve questions from a journalist, and continue correspondence or submit more documents if they wish.

In May, the New Yorker was the first organization to use a version of the system (then called DeadDrop at the time), to launch its StrongBox project.

Read more about how to use the system here.

Sources: PressFreedomFoundation , Washington Post, BoingBoing

Lea Kaplja and Stanislava Antova

Casa dos Segredos 4 consegue roubar protagonismo a Factor X


Teresa Guilherme superioriza-se a João Manzarra e tem razões para sorrir
O reality show da TVI Casa dos Segredos 4 venceu pela primeira vez de forma convicta o talent show da SIC Factor X. Depois de na última semana ter ganho por uma margem mínima, agora o programa da TVI ganhou com uma vantagem considerável.

Num Domingo que foi mais uma vez liderado pelo Jornal das 8 da TVI, com os comentários de Marcelo Rebelo de Sousa, a Casa dos Segredos 4 apresentado por Teresa Guilherme, aproveitou a presença dos ex concorrentes do Big Brother Vip na gala para conquistar a preferência dos portugueses e garantir 15,8 % de rating contra os 15,2% do programa apresentado por João Manzarra, Factor X, segundo dados do site atelevisão.

O programa da TVI foi visto por mais de 1 milhão e meio de espectadores o que representou 35,8% de share, enquanto o programa da SIC foi visto por mais de 1 milhão e 400 espectadores com 30,9% de share, que representou a percentagem mais baixa desde que o concurso foi para o ar, apurou o DN.

Imagem: casa-segredos.com

André Pacheco e Tiago Bolegas

Reality Shows da TVI motivam queixas na ERC


Os programas apresentados por Teresa Guilherme são
os que motivam mais queixas
Os Reality Shows exibidos pela estação de Queluz estão no topo da lista de queixas apresentadas pelos telespectadores à ERC – Entidade Reguladora para a Comunicação Social – em 2013. Ao que tudo indica, os formatos da TVI transmitem imagens que são desaprovadas pelo público e o Big Brother VIP, emitido entre Abril e Julho, lidera a lista com um total de 12 queixas.

O regulador informou que o que motivam as reclamações são “alegados comportamentos e comentários xenófobos de participantes do programa, a alegada utilização de violência psicológica entre concorrentes e a questão das votações".

Também a Casa dos Segredos 4, actualmente em exibição, já conta com 8 queixas desde Setembro, que se devem a “conteúdos apresentados, a utilização de linguagem alegadamente inapropriada, o alegado consumo de estupefacientes e a referência à alegada existência de violência no programa".

Os programas apresentados por Teresa Guilherme têm sido os mais mencionados nas queixas à ERC e é de recordar que, no ano passado, se registaram 392 participações na entidade reguladora dos media contra a terceira edição do formato exibido em 2012.

Caso resultem em contra-ordenações, as queixas dos telespectadores podem custar à TVI multas até 150 mil euros. A estação de Queluz já se pronunciou e disse que as reclamações “são quase inevitáveis”.

Fontes: Correio da Manhã; A Televisão

Milene Rogado e Tânia Cabral Pinto