quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Pinto Balsemão: "Fim do jornalismo livre"
Francisco Pinto Balsemão, presidente do grupo Imprensa, disse que a privatização da RTP vai trazer graves consequências para o sector da comunicação social.
"Com a privatização da RTP, a manutenção dos seis minutos de publicidade, mais 12 minutos do canal privatizado, estamos a falar de um aumento de 40% de publicidade" declarou Pinto Balsemão na conferência Media do Futuro, organizada pela SIC Notícias e pelo Expresso. A privatização da RTP vai provocar uma queda potencial de receita a rondar os 60 por cento nos operadores privados - isto num cenário em que a procura de publicidade tem vindo a diminuir.
Balsemão afirma que o governo "vai acabar com o que ainda existe de jornalismo livre e independente ou limitar as condições do seu exercício, o que é muito perigoso nos tempos em que vivemos".
Fontes
Diario de Noticias
Publico
Ana Claudia Silva, Ana Margarida Araujo, Catia Pereira, Susana Ferreira
Etiquetas:
Jornalismo livre,
Pinto Balsemao,
rtp
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Canal da RTP sem concorrência à privatização
À margem da Conferência "Media do Futuro", os presidentes da ZON, PT e Vodafone anunciaram que não estão interessados na privatização de um canal que a RTP vai alienar. O canal de televisão generalista permanece assim sem interessados na sua futura privatização.Rodrigo Costa (ZON), Zeinal Bava (PT) e António Coimbra (Vodafone) excluiram assim qualquer hipótese de uma possível compra do canal público por parte dos três maiores grupos empresariais em Portugal nos serviços de telecomunicações e multimédia. O presidente da ZON afirmou que o seu grupo "não tem margem para entrar em negócio de televisão generalista", enquanto que Zeinal Bava garantiu que a PT "não está interessada em entrar na produção de conteúdos". Já António Coimbra declaraou que a Vodafone "não está na corrida à privatização da RTP".
Aquando do plano de resgate esboçado pela "troika" ficou estabelecido que a privatização do primeiro canal da RTP deverá ser efectuada até 2012.
Fonte: Lusa
Daniel Ramos, Luís Cuco
Etiquetas:
Comunicação Social,
empresas de comunicação social,
rtp
PT, Zon e Vodafone negam interesse na RTP

Por Robert Scoble
De acordo com o Público, durante o debate sobre as mudanças na cadeia televisiva Zeinal Bava da PT, Rodrigo Costa da Zon e António Coimbra da Vodafone descartaram um possível interesse na compra de um dos canais da RTP.
Rodrigo Costa diz que não vê "margem para entrar em negócio de televisão generalista", Zeinal Bava afirmou que a PT não está interessada em "entrar na produção de conteúdos" e António Coimbra frisou que "a Vodafone não é candidata à privatização da RTP".
Frederico Daniel, Gonçalo Correia, Ana Rita Silva
Etiquetas:
Privatização da RTP,
PT,
Público,
Vodafone Portugal,
Zon
Teixeira dos Santos alerta para efeito "dominó"
Depois da Grécia, Irlanda e Portugal, “alguém mais virá a seguir”. Itália, Bélgica ou Espanha são os países da Zona Euro em maior risco de seguir o caminho da ajuda financeira, alertou Teixeira dos Santos. Perante o arrastar da crise da dívida soberana, o ex-ministro das Finanças alertou, anteontem, na Universidade Lusófona, para os perigos do efeito “dominó”.
Num discurso comum ao do primeiro-ministro grego, Teixeira dos Santos reiterou que esta “não é uma crise de Portugal, da Grécia, da Irlanda”, mas sim a crise da “moeda única”. Perante a “metamorfose da crise” que é hoje uma “crise bancária”, o professor da Faculdade de Economia do Porto (FEP) foi crítico quanto à “hesitação europeia”, que é apenas “geradora de incerteza” o que por si só, é “um factor de agravamento da crise”.
Para o antigo ministro das Finanças a crise do Euro só será ultrapassada através de uma resposta nacional assente em “reformas que promovam a sustentabilidade e maior qualidade das finanças públicas”, “uma correcção sustentada do défice”, conjugada com uma resposta europeia. Na opinião de Teixeira dos Santos, “a maior parte das vezes temos meias-soluções”, “a Zona Euro precisa de uma solução”, e que o pior que a Europa poderia fazer era apresentar uma meia-solução. “Os mercados estão atentos”, se a resposta à crise surgir de forma tímida, a situação “vai agravar-se ainda mais”.
Eliano Marques, Nicole Matias, Tomás Tim-Tim
Etiquetas:
Crise da dívida,
Crise do Euro,
Mercados,
Portugal,
Teixeira dos Santos,
União Europeia
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Participação de jornalistas nas redes sociais reformulada pela AFP
A agência noticiosa francesa AFP divulgou, na semana passada, um código de conduta nas redes sociais para os seus respectivos jornalistas. Este caso é o mais recente no que diz respeito ao ajuste dos critérios deontológicos do jornalismo aos media emergentes.
Acontecimentos recentes, entre eles os motins em Londres, vieram reafirmar a importância das redes socais enquanto ferramentas do trabalho jornalístico. Numa acção de incentivo ao uso de plataformas como o Facebook e Twitter, a AFP anunciou, ainda em Junho deste ano, uma revisão dos termos orientadores do uso e participação dos seus 1500 jornalistas nas redes socais.
A agência afirmou, num comunicado divulgado no dia 13 de Outubro que "os jornalistas da AFP devem reservar aos amigos o acesso às suas páginas pessoas". A AFP procura também garantir que os seus jornalistas, quando presentes nas redes sociais para fins profissionais, se identifiquem como membros da agência.
Assim, o jornalista deverá abster-se de qualquer consideração pessoal ou comentário opinativo, de forma a primar pela imparcialidade da agência. No campo jurídico, a AFP poderá assumir responsabilidade sobre o que os seus jornalistas divulgam nas redes sociais, somente se estes o fizerem dentro do âmbito profissional.
Fonte: Público online
Catarina Nobre, Mário Borges
![]() |
| Facebook AFP |
Acontecimentos recentes, entre eles os motins em Londres, vieram reafirmar a importância das redes socais enquanto ferramentas do trabalho jornalístico. Numa acção de incentivo ao uso de plataformas como o Facebook e Twitter, a AFP anunciou, ainda em Junho deste ano, uma revisão dos termos orientadores do uso e participação dos seus 1500 jornalistas nas redes socais.
A agência afirmou, num comunicado divulgado no dia 13 de Outubro que "os jornalistas da AFP devem reservar aos amigos o acesso às suas páginas pessoas". A AFP procura também garantir que os seus jornalistas, quando presentes nas redes sociais para fins profissionais, se identifiquem como membros da agência.
Assim, o jornalista deverá abster-se de qualquer consideração pessoal ou comentário opinativo, de forma a primar pela imparcialidade da agência. No campo jurídico, a AFP poderá assumir responsabilidade sobre o que os seus jornalistas divulgam nas redes sociais, somente se estes o fizerem dentro do âmbito profissional.
Fonte: Público online
Catarina Nobre, Mário Borges
Etiquetas:
afp,
Facebook,
Redes Sociais,
twitter
The Guardian abre loja no centro de Londres
![]() |
| Foto por Hithro |
Na loja a explorar pelo diário britânico serão vendidos produtos biológicos, de forma a respeitar e colaborar com as normas do meio ambiente.
O jornal The Daily Telegraph adiantou que este ano o The Guardian dispensou cerca de 300 colaboradores da redacção e chegou a ponderar acabar com a edição impressa apostando apenas num jornal digital, embora tenha decidido apenas inovar e diversificar os modelos de negócio.
João Costa, Joana Rodrigues e Frederico Daniel
PE entrega Prémio para Melhor Jornalista
Na categoria de Imprensa, o jornalista francês Romain Gubert foi distinguido com o Prémio pelo artigo "L'incroyable roman de l'euro", que detalha o crescimento do euro e foi descrito pelo painel de juris como "o mais óbvio vencedor de todos".
O italiano Massimiliano Nespola, com a peça publicada no seu blog "Non si sa quando, ma la Costituzione europea arriverà", ganhou o prémio pela sua análise detalhada ao actual momento da União Europeia.
![]() |
| Jerzy Bruzek a entregar o prémio a um dos vencedores, Romain Gubert |
Pela reportagem televisiva "Romanien paluu", o juri achou que o finlandês Tero Koskinen mereceu a distinção devido ao relato preciso e abrangente das condições de vida das crianças e adultos pertencentes à etnia cigana Roma na Finlândia.
Em Rádio o alemão Steffen Wurzel foi premiado pela sua investigação radiofónica, apelidada de "uma brilhante peça de jornalismo" pelo juri, ao assunto controverso de como a União Europeia lida com os refugiados nas suas fronteiras.
Etiquetas:
jerzy bruzek,
parlamento europeu,
premio europeu,
romain gubert
Subscrever:
Mensagens (Atom)



