segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
“Crianças de Chernobyl” transmitida em três continentes
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Diplomacia e Jornalismo em debate na Lusófona

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
O futuro visto por João Palmeiro
- -“O jornalismo da era digital exige mais jornalistas, melhores jornalistas e mais bem preparados”
- “Depois dos nórdicos, Portugal é o país onde se lê mais jornais”. Surpreendente? “Compram-se poucos jornais mas lê-se muito”.
- “Os [jornais] gratuitos expandiram-se em Portugal para além dos transportes públicos devido à dificuldade em comprar um jornal”
- “Os jornais não morrem enquanto existirem pessoas para ler e para os fazer”.
Sobre o funcionamento que se perspectiva para a "produção" de informação indicou-nos este vídeo (que tem infelizmente uma tradução com erros):
E sobre a organização dos órgãos de comunicação social em categorias profissionais na era da comunicação social:
. Jornalista dotado de competências digitais (technojournalist)
. Jornalista com capacidades de gestão de bases de dados noticiosas (production journalist)
. Gestor de notícias (story manager).
. Arquivista – documentalista digital (resourcer).
. C.E.I.O. (Chief Executive Information Officer)
inspirado em “The New Journalists” de Kerry J. Northrup, director de publicações da Ifra.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Informação na televisão
Na foto de João Henriques, aluno da Lusófona, Ricardo Costa explica, questionado por aluna, o que se passou no dia em que Santana Lopes saiu dos estúdios da SIC Notícias quando a sua entrevista foi interrompida para se fazer um directo da chegada de José Mourinho ao aeroporto de Lisboa. Ricardo Costa admitiu que, se fosse hoje, não teria decidido fazer o directo sabendo que Mourinho não diria nada. Mas, alertou, se Mourinho tivesse feito alguma declaração e a SIC não transmitisse o debate seria outro.
Aqui fica uma síntese das reflexões de Ricardo Costa sobre o futuro e que valem a pena guardar:- "Haverá informação, futuro e televisão. A incerteza está em quem quer ver, o que quer ver a através de que meio".
- "A informação tem de ser vista como um negócio: sem viabilidade financeira um órgão de comunicação não pode ser independente"
- "A imprensa especializada vai migrar muito rapidamente para o online". Um dos exemplos é a informação económica. Mas "informação económica na [televisão por] cabo é uma ideia suicida"
- "A maioria dos jornalistas dificilmente escapará de trabalhar para várias plataformas".
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Os jornais vão acabar?

Convidam-se todos os alunos, profissionais e interessados em jornalismo a estar presentes, às 18.00, no auditório Ómega (Edifício Q), Campo Grande, 376, em Lisboa.
Micas 2, Pide 0: quanto valem os valores-notícia?
O meu problema é outro. No mesmo dia 30 de Outubro foi lançado outro livro, da historiadora Irene Pimentel. A obra, com cerca de 500 páginas, resulta de seis anos de trabalho e intitula-se A História da Pide. Tive conhecimento dela, por acaso, através de uma entrevista da Ana Sousa Dias no programa "Janela Aberta", no Rádio Clube. O que a investigação trouxe de novo (valor-notícia!) sobre a polícia política do antigo regime é material mais do que suficiente para várias reportagens televisivas. Mas ainda não vi nenhuma. Assisti apenas, boquiaberta, à forma como a RTP "deu a notícia" no próprio dia 30/10 — em 15 segundos, limitando-se a mostrar a capa do livro. Provavelmente porque este tema não tem rosto de avozinha, como o de “Micas”, que nos pode contar, por exemplo, que Salazar gostava de bacalhau assado com batata a murro…
Luís Castro analisa “Caso Maddie”
Na elaboração do livro, Luís Castro contou com a participação de 24 especialistas, entre académicos, investigadores criminais, juízes e jornalistas. Ao consultar a listagem que inicia a obra, percebe-se que dos treze profissionais do mundo do jornalismo entrevistados, apenas três não são da RTP (um cameraman da Sky News, Emídio Fernando, na qualidade de director do extinto Tal & Qual e Adelino Gomes, do Público).