domingo, 23 de maio de 2010

6ª Edição do Prémio Valorsul - Jornalismo por um Melhor Ambiente

O Prémio Valorsul, da empresa Valorsul, pretende premiar um trabalho jornalístico que contribuí para promover as boas práticas ambientais ou para despertar consciências para o desenvolvimento sustentável.

Entre o jurí estarão presentes José Milheiro, jornalista da TSF e vencedor de uma Menção Honrosa atribuída no âmbito do Prémio Valorsul 2009, e Dina Soares, jornalista da Rádio Renascença.

Podem concorrer ao prémio os trabalhos jornalísticos referentes a imprensa escrita, internet, televisão, rádio e foto-reportagem. O valor do primeiro prémio é 10.000 euros as menções honrosas valem 2.500 euros cada.

O limite de entrega dos trabalhos e candidaturas é o dia 15 de Junho de 2010. Para mais informações os interessados devem consultar o site oficial da Valorsul e o respectivo regulamento.




Mário Borges
Nelson Teixeira

Edição: Miguel Morelli

Castelo Branco, Santarém e Leiria lideram leitura de imprensa regional

Castelo Branco, Santarém e Leiria são os distritos onde a imprensa regional é preferida em detrimento da imprensa nacional. No extremo oposto está o distrito do Porto, onde apenas 2% preferem ler os jornais da região.

Entre Abril de 2009 e Março de 2010, foi feito um estudo pela Marktest, por telefone, a 16.000 pessoas com 15 ou mais anos. O estudo revelou que 52% dos entrevistados lêem a imprensa regional e 65% preferem a imprensa nacional generalista.







Luís Catarino
Tiago Fernandes

Edição: Miguel Morelli

Prémios Meios & Publicidade com transmissão na Internet

A revista Meios e Publicidade revelou, no dia 20 de Maio, os vencedores dos prémios Meios & Publicidade 2010. O evento decorreu no Centro de Congressos de Lisboa e foi transmitido na Internet.


Cobertura Sapo e Jornal de Negócios:

Veja aqui os vencedores

João Costa
Joana Rodrigues

Edição: Miguel Morelli

II Congresso Internacional de Ciberjornalismo

Nos dias 9 e 10 de Dezembro irá realizar-se o II Congresso Internacional de Ciberjornalismo, no Porto, que terá o objectivo de debater os negócios do jornalismo na Internet.

No evento também serão anunciados os vencedores da terceira edição dos Prémios de Ciberjornalismo e será divulgado o Ranking ObCiber 2010. O programa do Congresso incluirá intervenções de Marcos Palacios (Universidade Federal da Bahía), Elvira García de Torres (Universidad Cardenal Herrera), João Canavilhas (Universidade da Beira Interior) e Helder Bastos (Universidade do Porto).

Geisa Santos
Naida Seixas

Edição: Miguel Morelli

Casa da Imprensa homenageou jornalistas sócios

Na comemoração do 105º aniversário da Casa da Imprensa (Afonso Rato é o actual presidente), no dia 19 de Maio, a associação homenageou os jornalistas que completaram 30, 40 e 50 anos de sócios, incluindo nomes históricos do Diário de Notícias como Manuela de Azevedo, Pedro Foyos e Fernando Lima.


Raquel Moás
Frederico Daniel

Edição: Miguel Morelli

SIC, Sábado e Antena 1 vencem prémios com reportagens sobre cancro

A SIC, a revista Sábado e a Antena 1 serão galardoadas com o prémio do concurso de jornalismo Novartis Oncology, anunciou a organização do mesmo. Com o tema "Cancro", o jurí do concurso destacou os trabalhos dos media portugueses, e afirmou que foram os melhores entre as 54 candidaturas que foram a concurso na presente edição.

“O Cancro Sob Controlo”, de Luís Silvestre - Sábado



Cobertura da SIC de “Histórias de Sucesso” de Cristina Freitas - SIC



“Cancro: Esta espera mata-me...”, de Jorge Correia - Antena 1



Tomás Tim-Tim


Edição: Miguel Morelli

sábado, 15 de maio de 2010

World Press Photo 2010 no Museu da Electricidade


Do mundo fotojornalístico surgem as imagens mais premiadas de 2009, que fazem um retrato do planeta e despertam a atenção do público na exposição World Press Photo, no Museu da Electricidade em Lisboa, entre os dias 7 e 23 de Maio.

Galeria dos vencedores World Press Photo 2010



Joana Rodrigues
João Costa

Edição: Miguel Morelli

Beira Interior investiga jornalismo para telemóveis

A Universidade da Beira Interior começou uma investigação sobre a forma de apresentar notícias em telemóveis. Esta investigação junta operadores de redes, jornalistas e meios de comunicação. O Expresso integrou o painel “Meios de Comunicação” bem como o jornal Público e RTP, no 1º Encontro de Montanha sobre Jornalismo e Redes Móveis, organizado pelo Labcom, entre os dias 23 e 25 de Outubro de 2009.

O 2º Encontro, entre os dias 14 e 16 de Maio de 2010, será transmitido em directo.


Bruno Quaresma
Rita Morais
Tatiana Lopes

Edição: Miguel Morelli

Sindicato dos Jornalistas destaca informação como "bem público"

Os progressos na recolha de dados estão longe de significar uma melhor informação ao dispor dos cidadãos, sustenta o Sindicato dos Jornalistas (SJ). Na mensagem destinada aos 17 anos do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, o SJ sublinha o problema da "concentração da propriedade dos meios comunicação" e a "obsessiva redução de custos" de onde resultam "emagrecimento das redacções, políticas de baixos salários, precarização dos jornalistas e desinvestimento no jornalismo de investigação e na agenda própria".

Cobertura oficial em directo do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa:



Ana Rita Silva
Catarina Nobre
Frederico Daniel

Edição: Miguel Morelli

Interferências na política e nos Media

Philip Hammond, professor na London South Bank University, reconheceu a existência de interferências da política nos Média. Actualmente em Portugal, orador na International Graduate Conference on Media and Communication, no Porto, Philip Hammond defende que, enquanto os políticos se servem da Comunicação Social na tentativa de “ter a melhor publicidade deles próprios”, os Media tentam, através de reportagens, interferir na política.

Eliano Marques
Luís Catarino
Tiago Fernandes

Edição: Miguel Morelli

Mais de dois mil jornalistas acompanham visita de Bento XVI

Cerca de 2150 profissionais da comunicação social foram acreditados para fazer a cobertura da viagem do papa a Portugal, divulgou o site oficial da visita de Bento XVI. Portugal foi o maior contingente com 1821 pedidos de acreditação, sendo a RTP, com 663 profissionais, o orgão de comunicação social que mais acreditações solicitou.

Sérgio Rodrigues

Edição: Miguel Morelli

sexta-feira, 14 de maio de 2010

A Comunicação Social na Suécia

O Instituto Sueco (SI) — organismo público com a missão de difundir conhecimentos sobre a Suécia no estrangeiro — publicou um estudo sobre o consumo da Comunicação Social que classificou os suecos “consumidores em larga escala”, uma vez que a população deste país dedica muito tempo aos mass media (6h por dia) em relação às outras.

Ana Cláudia Silva
Ana Margarida Araújo
Cátia Pereira
Filipa Lopes

Edição: Miguel Morelli

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Comissão adia para a próxima semana votação do relatório sobre liberdade de expressão

A comissão parlamentar de Ética sobre Liberdade de Imprensa decidiu adiar para a próxima semana a votação do relatório sobre liberdade de expressão para que possam ser incorporadas mais propostas de clarificação, entre as quais as do PSD. Lembre-se que esta comissão iria propor esta terça-feira à Assembleia da República a adopção de uma legislação "que contribua para um quadro de maior transparência" tanto no plano da utilização dos recursos públicos como na intervenção dos interesses privados.

Rui Costa

Manual de segurança para jornalistas que vão cobrir o Mundial 2010

Os jornalistas que vão viajar para a África do Sul para cobrir o Mundial de Futebol já têm acesso às medidas de segurança a tomar durante o torneio. O manual criado pela INSI (International News Safety Institute) aconselha, por exemplo, a não andar sozinho à noite, preferir o alojamento em hotéis em vez de casas privadas e não esquecer de verificar se o telemóvel tem sempre bateria.

Daniel Ramos

Associação Mundial de Jornais cancela congresso anual em Beirute

A Associação Mundial de Jornais e Editoras de Notícias anunciou hoje o cancelamento do Congresso Internacional de Imprensa e o Fórum Mundial de Editoras, que teriam lugar de 7 a 10 de Junho em Beirute, devido à incapacidade da organização libanesa de suportar os custos e garantir a segurança.

O Fórum Mundial de Editoras ficou adiado para 6 a 8 de Outubro e será realizado em paralelo com uma exposição agendada para Hamburgo, Alemanha. A Associação Mundial de Jornais e de Editoras de Notícias representa mais de 18 mil publicações em todo o mundo, 15 mil sites e mais de 3 mil empresas em cerca de 120 países.

Melissa Completo
Rodrigo Albernaz

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Fazer jornalismo com imagens

O fotógrafo russo Sergey Maximishin, duas vezes vencedor do World Press Photo, vem a Portugal nos meses de Junho e Julho orientar o programa de formação intensivo em fotojornalismo,“Picture Story in Photojournalism”, promovido pelo Atelier da Imagem do Instituto de Fotografia de Lisboa. O curso desenrola-se em dez dias consecutivos e terá como língua oficial o inglês. Integra aulas teóricas e o desenvolvimento paralelo de um projecto prático. A ética profissional, o relacionamento com as publicações e a promoção e venda de trabalho fotojornalístico, são alguns dos assuntos a abordar. Dirigido a estudantes de fotografia e fotógrafos profissionais com interesse na área do fotojornalismo, o curso tem as inscrições abertas para um máximo de 15 lugares disponíveis. Custa 780 euros.

Melissa Completo

O jornalismo antes e depois do 25 de Abril

“Ensino do Jornalismo & Identidade Profissional” é o tema do seminário que decorre nos dias 6 e 20 de Maio, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, organizado pelo Centro de Investigação Media e Jornalismo (CIMJ). O seminário conta com dois painéis, sendo que o primeiro – que decorre hoje à noite – aborda o ensino e a identidade dos jornalistas portugueses antes do 25 de Abril, moderado por Carla Baptista, docente da FSCH-UNL e da Universidade Lusófona. A segunda conferência, a 20 de Maio, debate o ensino e a identidade dos jornalistas portugueses após o 25 de Abril e é moderado por Renato Mendes, jornalista e investigador do CIMJ.

Tomás Tim-Tim

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Como Cobrem os Jornalistas as Catástrofes?

Os jornalistas António Antunes, Cândida Pinto, José Manuel Rosendo, Patrícia Fonseca e Paulo Moura reuniram-se a 10 de Abril, para uma conferência sobre cobertura jornalística de catástrofes, no Auditório Vítor de Sá, na Universidade Lusófona, organizada pela Licenciatura em Comunicação e Jornalismo. A conferência foi moderada por Carla Martins, que destacou o trabalho dos repórteres no Haiti e na Madeira.

A primeira intervenção foi feita por Patrícia Fonseca, repórter da revista Visão, que esteve no Haiti, referindo-se à impossibilidade de se fazer o planeamento essencial à preparação de uma reportagem, devido às dificuldades que se encontram no terreno como dormir, comer ou cobrir a catástrofe, o que perturba a ordem natural das coisas. Por outro lado, a gestão das emoções é um obstáculo com que o jornalista se depara, pois tem que lidar com a morte, tristeza e lágrimas.

Viver “um filme”
A conferência continuou com a intervenção de António Antunes, repórter de imagem da RTP, que esteve também destacado no Haiti. O jornalista retomou a questão do planeamento e as dificuldades sentidas no local, em termos de deslocação. Sublinhou ainda o problema da humidade que dificulta o funcionamento dos materiais, e a segurança, que num caso como este, é pouca. “Parecia que estava num filme”, explicou.

Por sua vez, Cândida Pinto, jornalista da SIC, SIC Notícias e Expresso, destacou a solidariedade entre jornalistas no local, onde as trocas de impressões são importantes, mas tentando cada um manter o seu trabalho e a autonomia do meio de comunicação social que representa. Referiu também que o jornalista neste tipo de situação, tem que viver o dia-a-dia, porque pensa-se numa história e depois surgem outras mais fortes.

“O jornalismo nunca é inocente”
Paulo Moura, jornalista do Público, esteve no Haiti e na Madeira. Contrariamente aos testemunhos anteriores, afirmou que os cenários de catástrofe são o “paraíso do jornalista”, no sentido em que o jornalista se depara com a morte, violência e o insólito, ingredientes necessários para se fazer bom jornalismo, pelos padrões ocidentais. Declarou-se também a favor de se mostrar a morte nas catástrofes e na guerra, dizendo que “o jornalismo nunca é inocente” e deve mostrar a realidade tal como ela é.

Por fim, José Manuel Rosendo, jornalista da Antena 1 que esteve na Madeira, explicou que hoje em dia colocar um repórter no local é considerado um luxo pelas direcções dos media, quando devia ser uma necessidade. Não ser sensacionalista na cobertura de uma catástrofe ou em qualquer trabalho que realize, defendeu, faz parte do capital do jornalista e o único garante do seu maior bem: a credibilidade. “Quando esta se perde, só muito dificilmente um jornalista a recupera”, garantiu. No final da intervenção, deixou um conselho aos futuros jornalistas presentes na sala. “Não tenham pressa. É muito importante saber dizer não. Mais vale subirem mais devagar, ganharem menos numa fase inicial da vossa carreira, mas dormirem com a consciência tranquila à noite”.

Tomás Tim-Tim